Fatores de ranqueamento do Google em 2026: o que o estudo da Zyppy revela e como interpreto os resultados

Felipe Bazon Felipe Bazon

15/09/2026

15 min de leitura

A pesquisa idealizada por Cyrus Shepard recupera uma tradição do SEO. Analiso os gráficos, os comentários dos especialistas e como contribuiria para essa discussão após 20 anos no segmento.

Houve uma época em que os estudos de fatores de ranqueamento faziam parte do calendário de quem trabalhava com SEO. Esperávamos os levantamentos da Searchmetrics, Semrush e Backlinko, além das atualizações da tabela periódica do SEO do Search Engine Land. Cada publicação gerava debates sobre o que o Google parecia valorizar e o que merecia ser testado.

Ao longo dos meus 20 anos trabalhando com SEO, acompanhei essa fase com bastante interesse. Esses materiais ajudavam a organizar conhecimento, questionar práticas e formular testes. Também exigiam cuidado: uma característica comum entre páginas bem posicionadas podia rapidamente virar uma recomendação aplicada a qualquer site, independentemente do contexto.

Com o tempo, algumas séries deixaram de receber atualizações, outras mudaram de formato e aquela tradição perdeu força. Agora, Cyrus Shepard, idealizador da nova pesquisa da Zyppy, publicada em parceria com Dawn Shepard, recupera essa conversa com o Google Ranking Factors Expert Survey 2026.

O momento é oportuno. Em GEO, vejo uma movimentação familiar: muita gente tentando descobrir quais fatores levam as IAs a mencionar, recomendar ou citar uma marca. Hipóteses são necessárias, mas precisam ser testadas antes de virarem recomendações.

É com esse olhar que analiso o estudo: reconhecendo o valor da experiência reunida, discutindo os limites do método e trazendo minha contribuição para cada grupo de fatores.

TL;DR

  • A pesquisa reúne percepções profissionais, sem revelar os pesos do algoritmo.
  • Os percentuais da pergunta aberta e as notas dos gráficos são medidas diferentes.
  • Minha análise considera o contexto de cada projeto e a interação entre os fatores.
  • Os comentários dos especialistas ajudam a formular hipóteses e identificar divergências.
  • Para GEO, recomendações precisam considerar plataforma, idioma, perguntas e momento da observação.

Neste artigo, você vai entender:

  • como interpretar os resultados da pesquisa;
  • o que os especialistas destacam em cada grupo;
  • minha análise e como contribuiria com o levantamento;
  • quais cuidados considero necessários ao relacionar SEO e GEO;
  • por que estudar o comportamento do público completa essa discussão.

Como interpretar a pesquisa e seus gráficos

O levantamento reúne 131 profissionais. Os participantes avaliaram fatores potenciais na escala de −3 a +3 e, separadamente, indicaram seus três mais importantes. Os percentuais representam essas escolhas; os gráficos apresentam notas. Fonte: metodologia da Zyppy.

Essa distinção evita transformar frequência de escolha em peso do algoritmo. Também impede interpretar uma nota positiva como previsão de ganho de posições.

O formato difere dos estudos de correlação da Semrush e das análises da Backlinko, assinadas por Brian Dean. Aqui, o principal material de análise é o julgamento profissional.

Aleyda Solis compartilhou os resultados e informou sua participação. Barry Schwartz também repercutiu a pesquisa, declarando ter respondido ao levantamento. Suas publicações ajudam a acompanhar a discussão, mas não constituem validações independentes.

A seguir, apresento os oito grupos com os gráficos originais e minha leitura. As contribuições dos especialistas estão resumidas em paráfrases. Os comentários em primeira pessoa representam como eu contribuiria com o debate.

Gráficos: Zyppy. Design creditado a Dawn Shepard na publicação original.

1. Relevância do conteúdo

. Relevância do conteúdo: avaliação dos participantes sobre intenção de busca, pertinência semântica e autoridade temática. Notas de percepção, de −3 a +3; não representam pesos do algoritmo

Figura 1. Relevância do conteúdo: avaliação dos participantes sobre intenção de busca, pertinência semântica e autoridade temática. Notas de percepção, de −3 a +3; não representam pesos do algoritmo. Fonte: Zyppy — Cyrus Shepard e Dawn Shepard. Design: Dawn Shepard.

A contribuição dos especialistas: Melissa Popp argumenta que uma execução técnica impecável não compensa responder à intenção errada. Andy Chadwick acrescenta a necessidade de oferecer informação diferenciada.

Minha análise e como contribuiria

Eu acrescentaria uma distinção entre responder à consulta e ajudar a pessoa a avançar na decisão.

Duas páginas podem abordar corretamente o mesmo assunto e oferecer experiências diferentes. Uma explica conceitos. Outra apresenta critérios de escolha, demonstrações, limitações e evidências que permitem avaliar uma solução.

É nessa segunda camada que conecto relevância a Information Gain. A contribuição original precisa melhorar a resposta à intenção existente.

Se estivesse respondendo à pesquisa, sugeriria avaliar também a utilidade do conteúdo para a próxima etapa da jornada. Seria uma dimensão editorial a investigar, sem tratá-la como fator confirmado do Google.

 Backlinks: avaliação dos participantes sobre confiança nas fontes, relação temática e características dos links.

Figura 2. Backlinks: avaliação dos participantes sobre confiança nas fontes, relação temática e características dos links. Notas de percepção, de −3 a +3; não representam pesos do algoritmo. Fonte: Zyppy — Cyrus Shepard e Dawn Shepard. Design: Dawn Shepard.

A contribuição dos especialistas: Nitin Manchanda valoriza links com audiência real. Andrew Shotland relata maior visibilidade no ChatGPT após uma referência na Reuters, uma observação sem isolamento causal.

Minha análise e como contribuiria

Para avaliar uma referência, considero a relação entre fonte, assunto e público. Procuro entender por que a empresa foi mencionada e qual informação justificou o link.

Isso aproxima construção de links, Digital PR e autoridade. Uma pesquisa ou demonstração própria pode oferecer uma razão editorial para outras pessoas citarem a marca.

Na relação com GEO, eu aprofundaria a investigação antes de atribuir um resultado ao backlink. Uma publicação pode gerar simultaneamente menções, buscas pela marca, novas referências e circulação do conteúdo.

Minha contribuição seria separar esses efeitos. Quando várias mudanças acontecem juntas, um caso observado ajuda a formular hipóteses, mas não isola o mecanismo responsável pelo resultado.

3. Qualidade do conteúdo

Qualidade do conteúdo: avaliação dos participantes sobre pesquisa original, qualidade editorial, ganho de informação e uso de IA. Notas de percepção, de −3 a +3; não representam pesos do algoritmo.

Figura 3. Qualidade do conteúdo: avaliação dos participantes sobre pesquisa original, qualidade editorial, ganho de informação e uso de IA. Notas de percepção, de −3 a +3; não representam pesos do algoritmo. Fonte: Zyppy — Cyrus Shepard e Dawn Shepard. Design: Dawn Shepard.

A contribuição dos especialistas: Everett Sizemore defende usar IA para elevar a qualidade. Abby Gleason relata resultados positivos combinando produção automatizada, conteúdo exclusivo e revisão editorial rigorosa.

Minha análise e como contribuiria

Eu avaliaria separadamente o método de produção e o valor entregue.

Saber que um conteúdo utilizou IA informa pouco sobre sua precisão, originalidade ou utilidade. Precisamos examinar as fontes, a participação de especialistas, os dados utilizados e o processo de revisão.

Minha contribuição seria tornar os critérios mais observáveis:

  • Existe conhecimento próprio da empresa?
  • O conteúdo demonstra como chegou às conclusões?
  • Um especialista verificou as afirmações?
  • A informação ajuda o leitor a tomar uma decisão?

Essa abordagem está alinhada às orientações do Google sobre conteúdo útil e confiável.

Vejo uma oportunidade importante em usar tecnologia para aproveitar melhor o conhecimento que a empresa possui e ainda não consegue comunicar.

4. Marca e reputação

Marca e reputação: avaliação dos participantes sobre reputação, buscas pela marca e identificação da empresa. Notas de percepção, de −3 a +3; não representam pesos do algoritmo.

Figura 4. Marca e reputação: avaliação dos participantes sobre reputação, buscas pela marca e identificação da empresa. Notas de percepção, de −3 a +3; não representam pesos do algoritmo. Fonte: Zyppy — Cyrus Shepard e Dawn Shepard. Design: Dawn Shepard.

A contribuição dos especialistas: Jan-Willem Bobbink destaca a força de marcas procuradas e comentadas. Will Critchlow diferencia possíveis benefícios indiretos da publicidade de influência direta no ranqueamento.

Minha análise e como contribuiria

Esse grupo conversa diretamente com meu posicionamento sobre pegada digital e otimização de entidades.

Uma marca constrói reconhecimento por meio de produtos, especialistas, conteúdo, atendimento, eventos e referências externas. O site precisa apresentar uma identidade coerente com essa presença.

Eu acrescentaria a consistência da associação entre empresa e assunto: quando a marca aparece, pelo que ela é reconhecida? Essa percepção corresponde ao território em que deseja competir?

Também separaria mecanismos diretos de consequências de marketing. Uma campanha pode ampliar reconhecimento e estimular procura pela empresa. Isso é diferente de pagar por uma vantagem orgânica. O Google afirma que investimento publicitário não compra melhores posições nos resultados naturais. Fonte: funcionamento da Busca.

5. Sinais dos usuários

Sinais dos usuários: avaliação dos participantes sobre satisfação, cliques e retorno à página de resultados. Notas de percepção, de −3 a +3; não representam pesos do algoritmo

Figura 5. Sinais dos usuários: avaliação dos participantes sobre satisfação, cliques e retorno à página de resultados. Notas de percepção, de −3 a +3; não representam pesos do algoritmo. Fonte: Zyppy — Cyrus Shepard e Dawn Shepard. Design: Dawn Shepard.

A contribuição dos especialistas: AJ Kohn propõe avaliar satisfação por tipo de página. Diego Ivo questiona como esses sinais serão medidos quando agentes assumirem parte da navegação.

Minha análise e como contribuiria

Minha primeira contribuição seria segmentar a análise por intenção e tipo de página.

Uma pessoa pode encontrar um horário em segundos e encerrar a visita satisfeita. Outra pode passar vários minutos comparando produtos porque ainda não encontrou uma informação essencial.

Evito interpretar duração da visita ou retorno à busca sem contexto. Comparar fontes e conferir informações também pode fazer parte de uma decisão bem conduzida.

Com agentes de IA, eu investigaria quais tarefas o sistema conseguiu executar, quais informações precisou confirmar e onde encontrou obstáculos. São perguntas de pesquisa sobre uma jornada em transformação, não fatores de ranqueamento que já possamos afirmar.

6. SEO técnico

 SEO técnico: avaliação dos participantes sobre canonicalização, rastreamento, dados estruturados e barreiras de acesso. Notas de percepção, de −3 a +3; não representam pesos do algoritmo.

Figura 6. SEO técnico: avaliação dos participantes sobre canonicalização, rastreamento, dados estruturados e barreiras de acesso. Notas de percepção, de −3 a +3; não representam pesos do algoritmo. Fonte: Zyppy — Cyrus Shepard e Dawn Shepard. Design: Dawn Shepard.

A contribuição dos especialistas: Dana DiTomaso relata recuperação após corrigir canônicas inadequadas. Maryanna Franco amplia o papel técnico para facilitar tanto a recuperação quanto a compreensão pelas máquinas.

Minha análise e como contribuiria

Eu separaria duas perguntas: quanto uma implementação pode acrescentar e quanto sua ausência pode impedir.

Um site com infraestrutura saudável pode obter pouco benefício de mais um ajuste. Um problema que afete páginas comerciais importantes pode exigir intervenção imediata. Colocar os dois cenários na mesma avaliação dificulta interpretar a prioridade.

Minha contribuição seria classificar os elementos entre requisitos de acesso, problemas de compreensão e oportunidades de melhoria.

Também evitaria transformar tecnologias inteiras em sinais negativos. O Google processa JavaScript, embora existam etapas e limitações. O diagnóstico deve verificar o conteúdo efetivamente disponível após a renderização. Fonte: fundamentos de SEO para JavaScript.

A qualidade do diagnóstico define o valor da implementação.

Links internos e arquitetura: avaliação dos participantes sobre autoridade das páginas de origem, âncoras e integração da arquitetura. Notas de percepção, de −3 a +3; não representam pesos do algoritmo.

Figura 7. Links internos e arquitetura: avaliação dos participantes sobre autoridade das páginas de origem, âncoras e integração da arquitetura. Notas de percepção, de −3 a +3; não representam pesos do algoritmo. Fonte: Zyppy — Cyrus Shepard e Dawn Shepard. Design: Dawn Shepard.

A contribuição dos especialistas: Fili Wiese destaca o controle sobre a distribuição de autoridade e as relações temáticas. Gaston Riera atribui grande valor a links internos bem executados.

Minha análise e como contribuiria

Eu acrescentaria a coerência entre arquitetura temática e jornada de decisão.

Uma empresa pode ter bons conteúdos isolados e oferecer pouca orientação sobre como eles se relacionam. A conexão entre uma explicação, uma comparação e uma página de solução ajuda a organizar esse conhecimento.

É assim que relaciono links internos à construção de autoridade temática. O objetivo é desenvolver cobertura consistente e tornar suas relações compreensíveis.

Proporia avaliar a pertinência das conexões, além de quantidade, profundidade e distribuição. Um link precisa fazer sentido para a página de origem, para o destino e para a pessoa que considera acessá-lo.

8. Experiência do usuário

 Experiência do usuário: avaliação dos participantes sobre uso em dispositivos móveis, legibilidade, desempenho e interferências na navegação. Notas de percepção, de −3 a +3; não representam pesos do algoritmo.

Figura 8. Experiência do usuário: avaliação dos participantes sobre uso em dispositivos móveis, legibilidade, desempenho e interferências na navegação. Notas de percepção, de −3 a +3; não representam pesos do algoritmo. Fonte: Zyppy — Cyrus Shepard e Dawn Shepard. Design: Dawn Shepard.

A contribuição dos especialistas: Ian Lurie relaciona experiência e comportamento. Ryan Jones considera velocidade superestimada, enquanto Greg Gifford destaca diferenças de contexto entre grandes e-commerces e negócios locais.

Minha análise e como contribuiria

Eu separaria efeito sobre classificação, facilidade de utilização e resultado comercial.

Uma melhoria pode produzir pouco movimento nas posições e facilitar uma compra, uma comparação ou o preenchimento de um formulário. Esse benefício precisa entrar na decisão de investimento.

A avaliação de especialistas também deve ser confrontada com a documentação. O Google confirma o uso de Core Web Vitals nos sistemas de classificação, mas esclarece que boas notas não garantem destaque. Fonte: experiência na página.

Minha contribuição seria analisar a experiência por tarefa e dispositivo. Isso ajuda a priorizar barreiras concretas e evita que a equipe trabalhe apenas para aperfeiçoar uma pontuação.

O que eu acrescentaria ao desenho da pesquisa

Gostaria de conhecer a avaliação dos participantes diante de situações específicas: um e-commerce com problemas de indexação, um portal com conteúdo pouco diferenciado ou uma marca especializada com baixa presença externa.

Também incluiria três distinções:

  • Contexto: setor, mercado, porte do site e tipo de consulta.
  • Confiança: quanto o participante considera sólida sua avaliação.
  • Origem da evidência: experimento, observação recorrente, documentação ou hipótese.

Isso permitiria compreender tanto a direção da opinião quanto sua base. Uma média pode reunir concordância consistente ou posições bastante diferentes.

Para GEO, acrescentaria plataforma, data, idioma e conjunto de perguntas analisadas. A seleção de uma fonte precisa ser observada em seu contexto antes de virar recomendação para todas as IAs.

É essa disciplina que considero necessária para transformar observações em aprendizado: registrar condições, repetir análises e reconhecer explicações alternativas.

Como isso se conecta ao meu posicionamento sobre SEO e GEO

A Tríade do SEO Moderno que venho defendendo conecta otimização de entidades, autoridade temática e Information Gain.

Esses princípios ajudam a organizar identidade, especialização e contribuição original. Funcionam como orientação estratégica, sem pretensão de reproduzir uma fórmula do Google.

Na relação com GEO, a análise precisa avançar para as respostas efetivamente apresentadas: como a marca foi descrita, quais fontes sustentaram a informação e em quais perguntas os concorrentes apareceram.

O próprio Google informa que os fundamentos de SEO continuam relevantes para suas experiências generativas. Isso sustenta a continuidade do trabalho técnico e editorial, mas não autoriza transportar as notas desta pesquisa para um suposto algoritmo universal das IAs. Fonte: recursos de IA e seu site.

Organic Visibility amplia esse diagnóstico para os diferentes pontos em que o público descobre, avalia e escolhe uma empresa.

Conclusão: estudar os mecanismos e compreender as pessoas

O mérito da iniciativa de Cyrus Shepard está em recuperar uma conversa que ajuda o mercado a organizar conhecimento e confrontar percepções. A contribuição de Dawn Shepard e dos profissionais participantes torna essa discussão mais rica.

Minha avaliação do formato é positiva, especialmente quando os comentários permitem compreender o raciocínio por trás das notas. O próximo passo, para mim, seria aproximar essas percepções dos contextos em que foram construídas e das evidências que as sustentam.

Depois de 20 anos em SEO, continuo valorizando pesquisas que provocam boas perguntas. Também aprendi que investigar o mecanismo é apenas parte do trabalho. Precisamos compreender como as pessoas escolhem onde pesquisar, em quais fontes confiam e o que fazem depois de encontrar uma resposta.

É nessa outra perspectiva que entra a State of Search Brasil 7.

Estamos preparando a próxima edição para aprofundar a discussão sobre o comportamento de busca no Brasil. A proposta é trazer a realidade do consumidor brasileiro para o centro da estratégia, em uma jornada que reúne buscadores, redes sociais, vídeos, marketplaces e inteligência artificial.

Os resultados ficam para o lançamento. Por enquanto, deixo o convite: acompanhe meu LinkedIn e o LinkedIn da Hedgehog Digital Brasil para receber as novidades da State of Search Brasil 7.

Essa combinação entre entendimento técnico e comportamento orienta nosso trabalho na Hedgehog Digital, agência de SEO especializada em GEO. Nossa consultoria de GEO integrada ao SEO conecta conteúdo, autoridade, infraestrutura e monitoramento para definir onde cada empresa deve concentrar seus esforços.

Uma boa estratégia precisa entender como a informação é selecionada e como ela participa de uma decisão. É nesse encontro que vejo as oportunidades mais relevantes para as marcas.

O Básico continua Avançado.

Sobre o autor

Felipe Bazon

Felipe Bazon

Felipe Bazon é CSO da Hedgehog Digital e um dos profissionais de SEO mais renomados do país com reconhecimento internacional. Em 2015 e 2020 foi eleito profissional do ano de SEO no Brasil. Além da vasta experiência operacional, é também orador regular em eventos como E-show, OME Expo, Des-Madrid, Digitalks, RD Summit e Brighton SEO.

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